16 setembro 2019

Espólio de António Aragão doado ao Museu de Arte Contemporânea de Antuérpia - Bélgica


Marcos Aragão Correia com Bart De Baere, Director do M HKA - Museum of Contemporary Art of Antwerp (Flandres - Bélgica), após reunião de 16/09/2019.


Marcos Aragão Correia, único filho e único herdeiro de António Aragão, reuniu-se hoje com toda a Direcção do  M HKA - Museum of Contemporary Art of Antwerp, na Bélgica, no sentido de acertar todos os detalhes da doação de todo o Espólio de António Aragão que ainda se encontra na Região Autónoma da Madeira, doação que ficará concretizada por meio de contrato autenticado antes das próximas eleições legislativas regionais do dia 22 do corrente mês. O Director do Museum of Contemporary Art of Antwerp, Bart De Baere, aceitou e agradeceu a Marcos Aragão Correia esta preciosa doação, a qual será integrada na Colecção Permanente do Museu, e objecto de estudo, divulgação e exposição ao público. Marcos Aragão Correia coloca assim término às persistentes vexações de quase 5 anos a que os corruptos canalhas comunistas que governam Portugal estavam a sujeitar o nome de António Aragão, figura mais importante de sempre das Artes e da Cultura da Madeira. O Espólio de António Aragão passa deste modo, ainda durante a corrente semana, a ser propriedade do mais importante Museu de Arte Contemporânea da Bélgica, museu público que pertence integralmente ao Reino da Bélgica através do Governo da Flandres.

Marcos Aragão Correia com Bart De Baere (Director do M HKA) e um dos netos de António Aragão (em 16/09/2019).

13 setembro 2019

Museum of Contemporary Art of Antwerp prepara-se para acolher Espólio de António Aragão


O renomado M HKA - Museum of Contemporary Art of Antwerp, propriedade do Reino da Bélgica, solicitou a Marcos Aragão Correia, único filho e único herdeiro de António Aragão, reunião urgente para acertar todos os detalhes do contrato de doação que vai permitir integrar todo o Espólio de António Aragão que ainda se encontra na Madeira na Colecção Permanente do Museu. A reunião ficou confirmada para o dia 16 do corrente mês, e integrará todo o Conselho Directivo do M HKA, incluindo o seu Director Bart De Baere.

Revista Colóquio Letras publica novo ensaio sobre António Aragão


A Revista Colóquio Letras, da Fundação Calouste Gulbenkian, publicou este mês (Setembro de 2019) um novo ensaio sobre António Aragão, da autoria do Dr. Bruno Ministro:

"Mergulhar e quase desaparecer : António Aragão e a poesia experimental portuguesa" / Bruno Ministro. In: Revista Colóquio/Letras. Ensaio, n.º 202, Set. 2019, p. 149-159.
Resumo: Retomando a história incompleta da PO.EX, esta investigação pretende, não só lançar uma nova perspetiva sobre a génese do experimentalismo português, como também resgatar aquela que é uma das suas figuras mais determinantes e, simultaneamente, hoje mais invisibilizadas.

11 setembro 2019

Companhia de Teatro do Porto prepara estreia de Peça de Teatro de António Aragão

A Companhia de Teatro do Porto Art´Imagem iniciou os preparativos para estrear em Março de 2020, na cidade do Porto, a Peça de Teatro "Desastre Nu" da autoria de António Aragão. A encenação será da responsabilidade de Daniela Pêgo.

Actualização sobre o Espólio de António Aragão

Actualização sobre o processo de venda do Espólio de António Aragão ao Governo Regional da Madeira - em 11 de Setembro de 2019:

- (9 Set 2019 17:04) Email enviado pelo advogado Américo Silva Dias informando que o governo da República Portuguesa impediu Marcos Aragão Correia de obter novos documentos do Estado Português sob o pretexto de existir um inquérito aberto pelo ministério da justiça português e que corre em Montemor-o-Novo, cidade portuguesa liderada pelo partido comunista, inquérito este aberto depois de o filho de António Aragão ter estabelecido residência no estrangeiro e em que este é suspeito de "maus tratos a animais". Este inquérito, em que Marcos Aragão Correia - que é vegetariano há mais de vinte anos - nunca foi notificado - apesar de o ministério público possuir os seus contactos de email, impede o filho de António Aragão de requerer a emissão de novos documentos ao Estado Português, nomeadamente a certidão de registo criminal, documento sem o qual a venda do Espólio a entidades públicas em Portugal não é possível. Isto apesar de Marcos Aragão Correia nunca ter sido condenado por nenhum crime.

- (9 Set 2019 20:53) Marcos Aragão Correia envia email ao ministério público de Montemor-o-Novo pedindo esclarecimentos sobre o inquérito. Sem resposta até ao momento.

- (10 Set 2019 14:31) O advogado Américo Silva Dias envia novo email pedindo mais dinheiro à Família de António Aragão e recusando diligenciar pela obtenção da certidão de registo criminal (por meio de intervenção junto do inquérito de Montemor-o-Novo) apesar da necessidade de obtenção desta ser enquadrada no processo de venda do Espólio de António Aragão à Região Autónoma da Madeira, trabalho pelo qual este advogado estipulou como pagamento 35% de comissão sobre o valor a ser pago pela Madeira, e além de ter ainda na sua posse 12 Obras de Arte da autoria de António Aragão (parte da Colecção Os Monstros) - que não fazem parte do Espólio que o Governo Regional quer adquirir - como garantia de pagamento dos honorários no final dos processos.

- (10 Set 2019 20:01) Marcos Aragão Correia ironiza admitindo que de facto maltratou várias baratas que estavam na cozinha na sua ex-residência em Montemor-o-Novo, ao as ter matado e depois deitado no lixo, e que tendo em conta que muitas delas já viviam nessa casa desde longa data, eram de facto "animais de companhia" que inclusivamente, tendo sobrevivido algumas delas, poderia-se enquadrar tal conduta no abandono e omissão de dever de auxílio às mesmas baratas. Contudo, sublinha que nunca participou em touradas com nenhuma barata!

- (10 Set 2019 21:56) A Família de António Aragão revoga com efeitos imediatos todos os mandatos que tinha assinado a favor do advogado Américo Silva Dias, portador da cédula nº 304M, justificando esta decisão pelos seguintes motivos:
"A presente revogação justifica-se pela perda total e definitiva de confiança na sua pessoa, perda de confiança que vinha aumentando com o decorrer do tempo, e culmina hoje pelos seguintes factos:

1. O exmo. colega perdeu o processo judicial 2242/17.0T9FNC pela sua brutal negligência e incompetência profissional, tal como afirmaram por escrito quatro Juízes de Direito diferentes, não cabendo mais recursos ordinários sobre o mesmo processo. As graves falhas técnicas que inviabilizaram o requerimento de abertura de instrução e mais tarde o recurso para o Tribunal da Relação de Lisboa consubstanciam, nas palavras de todos esses Magistrados, uma "omissão completa da estrutura acusatória", o que deixa mesmo dúvidas se não teria sido o seu comportamente intencional dado que o exmo. colega é advogado há praticamente tanto tempo quanto eu sou (cerca de 15 anos) sendo díficil de acreditar que ainda não saiba redigir um mero requerimento de abertura de instrução. No entanto, quando confrontado por mim mais recentemente, sempre por escrito, em relação ao tema, o exmo. colega chegou a afirmar que não queria correr o risco de difamar o sr. Paulo Cafôfo com uma acusação, o que é deveras surpreendente, e só me ter comunicado isto agora, dado que antes o seu compromisso, também por escrito, foi sempre de defender com todo o empenho a denúncia que eu já tinha enviado ao Ministério Público. Sendo assim, deveria ter tido o exmo. colega a honestidade de não aceitar o patrocínio da causa.

2. Acresce também que o exmo. colega, sabendo desde Dezembro do ano passado que o Governo Regional da Madeira tinha interesse na compra do Espólio do meu Pai, não empreendeu nunca nenhuma diligência nestes longos quase 10 meses no sentido de se informar se todos os documentos que me são exigidos para uma adjudicação estavam em ordem, dado que, como sabe muito bem, eu não resido em Portugal desde início de 2017, logo era necessário obter atempadamente toda a referida documentação. Só à última hora, a poucos dias da concretização da adjudicação é que o exmo. colega me informa de um dívida de mais de 8 mil euros que eu desconhecia por completo e de uma contumácia por eu não ter respondido a um alegado processo por "maus tratos e abandono de animais", que mais uma vez eu deconheço por completo. Presumo que poderá se tratar de um conjunto de baratas que eu e a minha Esposa matámos na cozinha quando estávamos em Portugal; e que algumas não foram bem mortas e permaneceram feridas pelo que consubtanciou para o MP de Portugal um autêntico abandono de animais, sem dúvida de companhia porque até já viviam há muito tempo connosco na mesma casa! O certo é que todos esses falsos processos poderiam ter sido desmascarados e resolvidos a tempo da adjucicação caso o exmo. colega tivesse actuado com previdência, tal como se exige a qualquer advogado sério, sem deixar tudo para poucos dias da adjudicação.

3. E para culminar, tem ainda o exmo. colega a falta de vergonha de me exigir mais dinheiro para tratar do levantamento da contumácia, quando este levantamento insere-se no trabalho de venda ao Governo Regional da Madeira, quando tem o exmo. colega em seu poder 12 Obras de Arte da autoria do meu Pai e da minha propriedade, Obras integrantes da Colecção "Os Monstros", valendo cada uma no mínimo 5 mil euros, num total de 60 mil euros, e ainda tendo o exmo. colega me exigido por escrito o pagamento de uma comissão de 35% sobre o valor que o Governo Regional da Madeira me iria comprar o Espólio que estava na Câmara Municipal do Funchal, comissão a descontar por si no momento da adjudicação, ou seja, o Governo Regional da Madeira transferiria o dinheiro para a sua conta bancária e o exmo. colega iria descontar a sua comissão de 35%, para além dos seus honorários que incluem também esse trabalho de representção junto do Governo Regional. Tudo na mais brutal violação do estatuto da Ordem dos Advogados que proibe aos advogados receberem comissões por vendas que efectuem em nome dos clientes, dado que todo o pagamento de advogado deve ser, como o exmo. colega bem sabe, contabilizado exclusivamente em forma de honorários pelo trabalho realizado e de acordo com o resultado conseguido, mas nunca em comissões sobre venda do património dos clientes.

A acumulação ao longo do tempo de todos estes problemas graves consigo, os quais resultaram agora que, por sua exclusiva culpa, os Tribunais tenham negado provimento ao meu processo judicial e o Governo Regional da Madeira tenha ficado sem condições para adquirir o Espólio porque o exmo. colega só há poucos dias é que resolveu saber se estava tudo em ordem com os documentos que já sabia serem necessários, leva-me a concluir que o exmo. colega defendeu muito bem, sem dúvida alguma, o sr. Paulo Cafôfo e o sr. Ricardo Silva. Na prática, meu advogado o exmo. colega nunca foi.

Em consequência, venho por este meio revogar todos os mandatos e procurações que assinei a seu favor, requerer uma vez mais que me remeta toda a documentação referente a todos os meus processos judiciais e não judiciais, e requerer que me indique dia, hora e local onde as 12 Obras de Arte que me pertencem mas que ainda estão na sua posse podem ser levantadas por pessoa da minha confiança, cuja identificação completa enviarei para si por email logo que me informe estes dados.

Por último, por este meio também notifico o exmo. colega, ao abrigo do disposto no art. 96 da lei 145/2015 de 9 de setembro, que irei intentar procedimento disciplinar e judicial contra a sua pessoa.".

- (10 Set 2019 23:24) É remetido correio electrónico à Presidência do Governo Regional da Madeira informando da revogação do mandato e solicitando apoio por parte do respectivo Governo no sentido de que, através dos seus Juristas, se encontrem soluções para que o compromisso de aquisição do Espólio de António Aragão até 22 de Setembro de 2019 (data das próximas eleições legislativas regionais da Madeira) seja honrado. Foi também avançada a possibilidade dos problemas intencionalmente criados pelo governo da República Portuguesa poderem ser legalmente ultrapassados pela venda directa a empresa privada Madeirense que tenha acção na defesa da Cultura da Madeira. O Governo Regional da Madeira foi explicitamente informado que caso o Espólio Artístico de António Aragão não seja adquirido até à data que o mesmo Governo anunciou publicamente, este será doado ao renomado M HKA - Museum of Contemporary Art of Antwerp, da Bélgica. As razões da não doação do respectivo Espólio à Madeira foram também comunicadas no mesmo correio electrónico:
"Não posso doar este Espólio à RAM, porque a RAM depende do seu Governo Regional e caso o Sr. Paulo Cafôfo ganhe as eleições irá com toda a certeza desprezar o Espólio tal como o fez até agora. O pagamento implicará responsabilidade pública pela salvaguarda do património adquirido com o dinheiro público da Região, independentemente dos partidos que componham o Governo Regional. Também não poderei esperar que uma venda particular só ocorra depois das eleições, dado que tenho o compromisso firme de dar conclusão a este caso que se arrasta há já 4 anos, evitando mais desgaste da imagem do meu Pai.".

- (11 Set 2019 11:58) O Director do M HKA - Museum of Contemporary Art of Antwerp, Dr Bart De Baere, escreve a Marcos Aragão Correia sublinhando o seu enorme interesse em acolher o Espólio de António Aragão no maior Museu de Arte Contemporânea da Bélgica e solicita reunião presencial do filho de Antóno Aragão com toda a equipa do Museu para que se acerte todos os detalhes da doação e do transporte do respectivo Espólio da Madeira para a cidade de Antuérpia.

- (11 Set 2019 19:42) Ann Ceulemans, Secretária-executiva do Director do M HKA - Museum of Contemporary Art of Antwerp, envia correio electrónico a Marcos Aragão Correia iniciando o agendamento das reuniões já para a próxima Segunda-feira dia 16 de Setembro de 2019.

08 setembro 2019

Corrupto governo comunista de Portugal tenta impedir venda do Espólio de António Aragão à Madeira


Fui informado esta semana pelo meu advogado em Portugal que o actual governo da República Portuguesa está a manobrar nos bastidores no sentido de me tentar impedir de vender o Espólio que herdei do meu Pai, António Aragão, ao Governo Regional da Madeira.

Desde início de 2017 que eu e a minha Família emigrámos definitivamente de Portugal, após os sucessivos crimes que o presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo, cometeu contra nós, apropriando-se ilegalmente durante cerca de 3 anos de grande parte do Espólio do meu Pai, sem nunca ter pago um cêntimo do valor que havia anunciado publicamente.

O processo penal que intentei contra esse senhor, por prática de crimes de corrupção e prevaricação, continua a se arrastar há anos nos tribunais portugueses, sem que Paulo Cafôfo nunca tenha sido constituído arguido nem sequer ouvido no processo, porque o Ministério Público português, controlado por um Procurador-Geral da República político ao serviço do actual governo - tal como bem alertou publicamente o ex-Presidente da República Portuguesa Prof. Cavaco Silva, "entende" que Paulo Cafôfo está acima de qualquer suspeita. Entendimento idêntico teve no processo intentado pelas vítimas da mortal queda negligente da árvore na freguesia do Monte, Funchal, onde decidiu acusar a vice-presidente e um vereador da Câmara Municipal do Funchal, mas ilibando completamente o máximo responsável pela mesma Câmara, ou seja, Paulo Cafôfo, homem da máxima confiança do actual primeiro-ministro de Portugal para expulsar Miguel Albuquerque da presidência do Governo Regional da Madeira já nas próximas eleições legislativas regionais que terão lugar no dia 22 do corrente mês de Setembro.

Assim como na Madeira, também no rectângulo todos os incêndios geridos de forma criminosa que causaram igualmente numerosos mortos e feridos, permanecem em absoluta impunidade.

Quando no final do ano passado decidi cancelar, por grave incumprimento reiterado, o processo de venda do Espólio de António Aragão à Câmara Municipal do Funchal, e tendo depois recebido proposta de aquisição pelo Governo Regional da Madeira no sentido de a Madeira manter um núcleo de Obras de Arte de um dos seus maiores nomes - António Aragão, não cheguei a imaginar que a canalhada comunista que actualmente governa Portugal, encabeçada por um primeiro-ministro psicopata (António Costa) e pelo seu idiota de estimação na Madeira (Paulo Cafôfo), iriam ao ponto de inventar uma dívida fiscal superior a 8 mil euros, lançando-a na minha ficha de contribuinte em Portugal na mesma altura em que eu cancelava a venda do Espólio à Câmara, e sem que nunca as Finanças me tenham notificado, tudo com o objectivo de que eu fique impedido de vender o Espólio a qualquer entidade pública em Portugal.

É assim que esta corrupta corja comunista actua, sem nenhuma moral, ética ou princípios, e sem sequer nenhum respeito pelas próprias leis que eles fazem, as quais são feitas só para os outros. Tudo na mais absoluta impunidade.

Em Julho de 2018 eu não tinha nenhuma dívida às Finanças de Portugal, como pois explicar que num ápice, na mesma altura em que eu cancelava a venda do Espólio ao Sr. Paulo Cafôfo, apareçam mais de 8 mil euros alegadamente referentes a um imposto de circulação de um automóvel que eu tinha em Portugal e em relação ao qual mudei de matrícula no País para onde emigrei (tendo as autoridades portuguesas sido informadas do facto), quotas em atraso da Ordem dos Advogados Portugueses - quando eu há muito requeri a suspensão da minha inscrição como Advogado nessa mesma Ordem, e sobretudo, IRS não declarado, quando eu não tenho nenhuns rendimentos de trabalho em Portugal?

Acrescem ainda coimas e demais custos administrativos com o processo tributário, processo de que nunca me notificaram, apesar de eu ter muitas vezes trocado de emails com a repartição de Finanças da cidade de Montemor-o-Novo, onde eu estive inscrito pela última vez por ter sido a minha última residência em Portugal, cidade aliás que não deixa saudades nenhumas por ser um feudo nauseabundo do Partido Comunista Português.

Hoje vivo na Bélgica com a minha Esposa e os nossos Filhos, País onde se respira liberdade, respeito e civismo. O exactamente oposto a esse Portugal que não vale nada e onde a maioria das pessoas já desistiu de votar. O exactamente oposto a esse Portugal criminoso e retrógrado, que tenta iludir o Povo com o refrão do progresso enquanto o rouba nas costas o quanto mais pode. Um País feito apenas para "inglês ver", porque dos turistas interessa apenas isso mesmo, o dinheiro e apenas o dinheiro, e quando eles precisam do País que visitam são maltratados e vexados publicamente, como fizeram com Madeleine McCann e os seus progenitores, Família que eu tive também muita honra de defender contra esse Portugal corrupto, tal como defendi Leonor Cipriano com todo o empenho e orgulho, por saber que para o governo de Portugal os pobres não valem nada porque não têm nada para que seja roubado. E as crianças muito menos. Joana Cipriano e Madeleine McCann continuam desaparecidas em Portugal, a primeira há já 15 anos e a segunda há já 12 anos. Assim como milhares e milhares de outras crianças que desapareceram em Portugal sem que nunca tenham tido a sorte de serem conhecidas.

Ainda hoje continuo a ser discriminado por esse Portugal detestável por ter "ousado" colaborar em demonstrar que os por acaso "Ingleses" eram inocentes, e que os por acaso polícias "Portugueses" eram culpados. Tal como foi muitas vezes discriminada em Portugal e por Portugal a minha Esposa apenas por ser Cidadã Brasileira. Como se Portugal fosse o melhor País do mundo e o Brasil o pior. Na verdade, o Brasil está a lutar a muito custo para superar o quase meio milénio de horríveis crimes cometidos lá por Portugal, nomeadamente genocídio, tortura, escravidão, roubo e exploração.

Lembro-me que o meu Pai, que era também um exímio Historiador, me disse por diversas vezes que, tal como o Brasil, o grande azar da Madeira foi ter sido colonizada por Portugal, e dava-me como exemplo a enorme diferença entre os países que haviam sido colonizados pela Coroa Inglesa, e os Países que haviam sido colonizados por Portugal. Destes últimos, todos excepto o Brasil são Países de terceiro mundo, enquanto no primeiro grupo passa-se exactamente o oposto, ou seja, a maioria dos Países são dos mais avançados do planeta.

O Brasil é, na minha opinião, um dos Países mais bonitos do planeta, e com um enorme potencial, mas ainda sofre as consequências muito negativas da colonização absolutamente nefasta e criminosa que Portugal perpetrou. Assim como sofre a Madeira.

Já em pelo menos duas vezes no mesmo século a Madeira tentou se libertar do jugo de Portugal: em 1931 para conseguir a liberdade da ditadura fascista de Lisboa, e entre 1975 e 1978 para conseguir a liberdade da ditadura comunista de Lisboa. A Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira expressou durante esses anos, sem ter causado nenhum morto ou ferido, a vontade do Povo Madeirense viver em liberdade e livre do colonialismo Português. A Madeira, como bem resulta de todas as eleições legislativas regionais, é e sempre foi profundamente anti-comunista. Mas Portugal, esse País execrável dominado por repugnantes hipócritas sociopatas comunistas que tanto, flagrantemente, fingem se importar com os Direitos Humanos, recusa persistentemente reconhecer à Madeira o seu legítimo direito internacional à autodeterminação.

E assim voltamos directamente ao assunto do Espólio do meu Pai; António Aragão, considerado por muitos especialistas como a figura mais importante de sempre das Artes e da Cultura da Madeira, e a que conseguiu obter, por elevado mérito e qualidade, e também quantidade, o maior reconhecimento internacional, é manifestamente discriminado e prejudicado por esses asquerosos bandalhos comunistas que de Lisboa continuam a querer ditar à Madeira o que fazer, o que dizer, o que pensar e o que ser.

Por isso apostam tanto naquele ladrão de nome Paulo Cafôfo, que a ganhar as próximas eleições Madeirenses, representaria na prática o fim da autonomia da Madeira, autonomia que aliás é ainda muito menor em comparação, por exemplo, com a da Catalunha (e a Catalunha quer a independência!).

Além do mais, qualquer um que leia qualquer Obra literária de António Aragão, apercebe-se rapidamente que António Aragão detestava profundamente Portugal (com a mesma intensidade com que o seu grande amigo o escritor Jorge de Sena detestava), por todas as péssimas qualidades que esse País sempre representou ao longo da História; e que António Aragão era um apaixonado pela Madeira, e a ela se dedicou desde o início até ao fim da sua vida, nomeadamente ao estudo, defesa e divulgação dos seus usos, costumes, folclore, tradições e cultura, na História e na Arte.

Aliás, a Poesia Experimental Portuguesa, cujo pioneiro foi um Madeirense - António Aragão - visa também o questionamento e destruição das regras rígidas impostas pela língua Portuguesa, demonstrando que pela liberdade linguística criadora se consegue uma comunicação muitas vezes até mais eficiente por comparação aos arquétipos estabelecidos pela força sobre um ou vários territórios.

É pois de admirar que Portugal queira suprimir António Aragão da História?

Que mais artimanhas e manobras sujas vão os canalhas de Lisboa inventar para impedir a venda do Espólio de António Aragão ao Governo Regional da Madeira?

Até quando nós, Madeirenses, vamos continuar a ser forçados a ser Portugueses?

A nossa Pátria é a Madeira, e enquanto fizermos parte desse asco chamado Portugal nunca teremos asas para podermos voar ou sequer sonhar.

Bélgica, 8 de Setembro de 2019.

Marcos Aragão Correia.

27 agosto 2019

António Aragão em exposição no Rio de Janeiro

A exposição "Poesia Experimental Portuguesa" organizada pela Espaço Líquido, com curadoria de Omar Khouri e Bruna Callegari, e patrocinada pelo Governo Federal do Brasil, chegará em breve à cidade do Rio de Janeiro, onde estará patente ao público depois do sucesso obtido nas cidades de Brasília e São Paulo. Esta importante exposição integra diversas Obras da autoria de António Aragão, principal pioneiro da Poesia Experimental em Portugal.

21 agosto 2019

Fundació Joan Brossa divulga António Aragão


A Fundació Joan Brossa, uma das mais importantes instituições culturais da Catalunha, vai publicar o Poema Azul e Branco, da autoria de António Aragão, no livro "The Net in the Forest. Joan Brossa and experimental poetry, 1946-1980", o qual será lançado a partir de Outubro de 2019 numa parceria com o Ayuntamiento de Barcelona. A curadoria da edição é da responsabilidade de Eduard Escoffet.

23 julho 2019

Prefácios dos novos livros de António Aragão

Prefácios das novas edições dos livros da autoria de António Aragão, lançados na Fundação de Serralves (cidade do Porto) no dia 5 de Julho de 2019:

"Electrografias", Editora Busílis, 2019, prefácio da autoria do Dr. Bruno Ministro (Universidade de Coimbra):


"Os bancos antes da nacionalização", Editora Tigre de Papel, 2019, prefácio da autoria da Dra. Inês Cardoso (Universidade do Porto):

23 junho 2019

Fundação de Serralves acolhe lançamento das duas novas edições de António Aragão

A Fundação de Serralves irá acolher o lançamento das duas novas edições de António Aragão, a saber, o livro "Electrografias" com chancela da Editora Busílis e o livro "Os bancos antes da nacionalização" com chancela da Editora Tigre de Papel. O lançamento, que será conjunto para estas duas obras literárias, ocorrerá na livraria da Fundação de Serralves no dia 5 de Julho de 2019 às 18h30, com entrada livre. A coordenação, introdução e moderação da sessão estará a cargo do Prof. Dr. Rui Torres (Universidade Fernando Pessoa), a apresentação do livro "Electrografias" será da responsabilidade do Dr. Bruno Ministro (Universidade de Coimbra), a do livro "Os bancos antes da nacionalização" será da responsabilidade da Dra. Inês Cardoso (Universidade do Porto), e o Dr. Fernando Aguiar irá falar sobre a vida de António Aragão e o seu papel pioneiro na Poesia Experimental Portuguesa.
Fundação de Serralves
Rua D. João de Castro, 210
4150-417 Porto.

09 junho 2019

Região Autónoma da Madeira confirma aquisição do Espólio de António Aragão


Presidência do Governo Regional da Madeira confirma aquisição do Espólio de António Aragão

A Família de António Aragão recebeu missiva datada de 3 de Junho de 2019, assinada pelo Exmo. Sr. Presidente do Governo Regional da Madeira Dr. Miguel Filipe Machado de Albuquerque, confirmando que a Região Autónoma da Madeira irá proceder à aquisição do Espólio de António Aragão ainda durante a corrente legislatura autonómica. Esta decisão vem prestar o devido reconhecimento da Madeira a um dos seus maiores vultos, António Manuel de Sousa Aragão Mendes Correia, e limpar o enxovalhamento criminoso a que Paulo Cafôfo, actual presidente da Câmara Municipal do Funchal, sujeitou o preciosíssimo Espólio Artístico de António Aragão. António Aragão foi o Madeirense com maior reconhecimento internacional nas áreas da Arte e da Cultura, pioneiro na Poesia Experimental e na Electrografia em Portugal, pioneiro na História e na Arqueologia da Madeira, pioneiro no estudo e recolha sistematizada do Folclore da Madeira, Artista Plástico com centenas de exposições em numerosos Países da Europa, América e Ásia, encontrando-se representado em numerosas colecções privadas e institucionais e aclamado pela crítica.

Obras de António Aragão em exposição no Metro da Cidade de São Paulo


Obras de António Aragão em exposição no Metro de São Paulo até 2 de Julho

A convite do Consulado de Portugal em São Paulo, diversas Obras da exposição "Poesia Experimental Portuguesa", exposição patrocinada pelo Governo Federal do Brasil, estarão expostas na Estação da Luz (Linha 4-Amarela) do Metro da Cidade de São Paulo, de 3 de Junho a 2 de Julho de 2019. 

A curadoria realizada por Bruna Callegari e Omar Khouri, com a chancela da Espaço Líquido, é um recorte de 20 Obras, dentre as mais de 80 que estiveram na exposição original realizada na cidade de Brasília em 2018. São reproduções-cartazes que trazem um pouco da história da Poesia Esperimental Portuguesa desde a década de 1960 aos dias actuais e que divulgarão o projecto para um público estimado de 5 milhões de pessoas que circularão pela estação do Metro durante o período expositivo.

A exposição com Obras originais reúne 18 Artistas, entre os quais António Aragão, pioneiro da Poesia Experimental Portuguesa, e tem prevista itinerância por São Paulo e Rio de Janeiro entre 2019 e 2021.

Foto de uma das Obras de António Aragão expostas no Metro de São Paulo.

20 maio 2019

António Aragão em exposição no Metro de São Paulo



António Aragão no Metro da Cidade de São Paulo, Brasil

No âmbito da itinerância da Exposição Poesia Experimental Portuguesa no Brasil, exposição organizada pela Espaço Líquido com o patrocínio do Governo Federal do Brasil, diversas Obras de António Aragão, conjuntamente com as de outros Artistas de relevo, estarão em exposição na Estação da Luz do Metro da Cidade de São Paulo, do dia 3 ao dia 30 de Junho de 2019. A Estação da Luz é uma das estações de Metro com maior fluxo de usuários da Cidade de São Paulo. A Espaço Líquido estima uma circulação de 5 milhões de pessoas que terão acesso à exposição.

10 maio 2019

Doutora Inês Cardoso, da Universidade do Porto, assina prefácio da nova edição de "Os bancos antes da nacionalização" de António Aragão

A nova edição do livro "Os bancos antes da nacionalização" da autoria de António Aragão, com chancela da Editora Tigre de Papel (Lisboa), terá prefácio da Doutora Inês Cardoso, da Universidade do Porto. A coordenação desta edição é da responsabilidade do Professor Doutor Rui Torres, da Universidade Fernando Pessoa.

Editora Tigre de Papel reedita "Os bancos antes da nacionalização" de António Aragão


A Editora Tigre de Papel (Lisboa) contratou a reedição do livro "Os bancos antes da nacionalização", da autoria de António Aragão, com lançamento previsto para o mês de Junho de 2019.

16 abril 2019

Diário de Notícias Madeira: «‘Electrografias’ junta três livros e inéditos de António Aragão»

Diário de Notícias Madeira
16 de Abril de 2019

‘Electrografias’ junta três livros e inéditos de António Aragão


A obra está no prelo, chegará ao público através da editora Búsilis


PORTO /
16 ABR 2019 / 09:00 H.





A capa do novo livro. Foto DR

Está no prelo uma nova edição sobre a Poesia Visual de António Aragão, um livro que reúne três publicados em 1990 e que inclui ainda inéditos. ‘Electrografias’ chega ao público este ano pela editora Búsilis, é um livro ampliado com obras do autor, uma referência na poesia experimental portuguesa, e um texto introdutório de Bruno Ministro intitulado ‘Invenção, destruição: O ininterrupto gesto de pensar o mundo de forma arriscada’. A coordenação foi de Rui Torres, docente da Universidade Fernando Pessoa.
A notícia da nova edição foi avançada pelo filho de António Aragão e está também no site do Arquivo Digital da PO.EX - Poesia Experimental Portuguesa. Este novo livro é uma obra construída através de uma exploração criativa da fotocopiadora. “Electrografias apresenta trabalhos contaminados por efeitos de arrastamento, desgaste e distorção”, revela a sinopse. “Ao atingirem a imagem e a palavra, estas acções estético-performativas contribuem para a emergência de uma poética do excesso em que a iconoclastia da imagem e o nonsense da palavra se cruzam numa conjugação que tem tanto de humorístico quanto de violento”.
Os novos textos que foram incluídos em ‘Electrografias são provenientes dos arquivos de César Figueiredo e de Fernando Aguiar.
António Aragão faleceu em 2008, deixando um extenso trabalho. Além de poeta, escritor e pintor, o madeirense nascido em 1921 deixou ainda a sua marca enquanto historiador, tento entrado no campo da ficção, da dramaturgia, da arqueologia.
Organizador da revista Poesia Experimental (1964 e 1966), participou nas principais iniciativas do experimentalismo literário em Portugal bem como em inúmeras exposições, revistas e projectos no estrangeiro, recorda o Arquivo Digital da PO.EX - Poesia Experimental Portuguesa. “O conjunto da obra de António Aragão é marcado por uma acutilante visão crítica do mundo, dos discursos e dos poderes instituídos”, escreve.
Este livro deverá em breve estar disponível.

in Diário de Notícias Madeira, 16 de Abril de 2019
https://www.dnoticias.pt/5-sentidos/electrografias-junta-tres-livros-e-ineditos-de-antonio-aragao-BA4640571

05 abril 2019

Nova edição de "Electrografias" de António Aragão




Nova edição de Electrografias de António Aragão (Busílis, no prelo)


Publicação de Electrografias, de António Aragão.
Dados da publicação > Editora: Busílis | Local: Porto | Ano: 2019 | Formato: 148×210 | Nº de páginas: 218 | ISBN: 978-989-8582-65-2

Sinopse > Obra construída através de uma exploração criativa da fotocopiadora, Electrografias apresenta trabalhos contaminados por efeitos de arrastamento, desgaste e distorção. Ao atingirem a imagem e a palavra, estas acções estético-performativas contribuem para a emergência de uma poética do excesso em que a iconoclastia da imagem e o nonsense da palavra se cruzam numa conjugação que tem tanto de humorístico quanto de violento. Electrografias reúne num só volume três obras originalmente publicadas em 1990, agora expandidas com um conjunto de inéditos provenientes dos arquivos de César Figueiredo e de Fernando Aguiar.
Sobre o autor > António Aragão (Madeira, 1921-2008), poeta, escritor, pintor, historiador, foi um dos mais activos autores da poesia experimental portuguesa. Organizador da revista Poesia Experimental (1964 e 1966), participou nas principais iniciativas do experimentalismo literário em Portugal bem como em inúmeras exposições, revistas e projectos no estrangeiro. O seu domínio de acção artístico-literária estende-se da poesia experimental à poesia concreta e visual, abarcando ainda a ficção experimental, o teatro e a electrografia. O conjunto da obra de António Aragão é marcado por uma acutilante visão crítica do mundo, dos discursos e dos poderes instituídos. Esta perspectiva incisiva expressa-se através de uma não menos radical materialidade do texto e da imagem.

Inclui texto introdutório de Bruno Ministro, “Invenção, destruição: O ininterrupto gesto de pensar o mundo de forma arriscada”.

01 fevereiro 2019

Universidade Fernando Pessoa (Porto) acolhe inéditos de António Aragão

A Universidade Fernando Pessoa, cidade do Porto, acolheu em Janeiro de 2019 numerosos inéditos de António Aragão, incluindo obras literárias, manuscritos e correspondência, actualmente em processo de catalogação para efeitos de estudo, disponibilização ao público e publicação. O processo está a ser coordenado pelo Prof. Dr. Rui Torres, docente naquela universidade.
Antes, a Universidade Fernando Pessoa tinha já publicado um extenso volume exclusivamente dedicado à Vida e Obra Literária de António Aragão: Cibertextualidades 7.