10 maio 2019

Doutora Inês Cardoso, da Universidade do Porto, assina prefácio da nova edição de "Os bancos antes da nacionalização" de António Aragão

A nova edição do livro "Os bancos antes da nacionalização" da autoria de António Aragão, com chancela da Editora Tigre de Papel (Lisboa), terá prefácio da Doutora Inês Cardoso, da Universidade do Porto. A coordenação desta edição é da responsabilidade do Professor Doutor Rui Torres, da Universidade Fernando Pessoa.

Editora Tigre de Papel reedita "Os bancos antes da nacionalização" de António Aragão


A Editora Tigre de Papel (Lisboa) contratou a reedição do livro "Os bancos antes da nacionalização", da autoria de António Aragão, com lançamento previsto para o mês de Junho de 2019.

16 abril 2019

Diário de Notícias Madeira: «‘Electrografias’ junta três livros e inéditos de António Aragão»

Diário de Notícias Madeira
16 de Abril de 2019

‘Electrografias’ junta três livros e inéditos de António Aragão


A obra está no prelo, chegará ao público através da editora Búsilis


PORTO /
16 ABR 2019 / 09:00 H.





A capa do novo livro. Foto DR

Está no prelo uma nova edição sobre a Poesia Visual de António Aragão, um livro que reúne três publicados em 1990 e que inclui ainda inéditos. ‘Electrografias’ chega ao público este ano pela editora Búsilis, é um livro ampliado com obras do autor, uma referência na poesia experimental portuguesa, e um texto introdutório de Bruno Ministro intitulado ‘Invenção, destruição: O ininterrupto gesto de pensar o mundo de forma arriscada’. A coordenação foi de Rui Torres, docente da Universidade Fernando Pessoa.
A notícia da nova edição foi avançada pelo filho de António Aragão e está também no site do Arquivo Digital da PO.EX - Poesia Experimental Portuguesa. Este novo livro é uma obra construída através de uma exploração criativa da fotocopiadora. “Electrografias apresenta trabalhos contaminados por efeitos de arrastamento, desgaste e distorção”, revela a sinopse. “Ao atingirem a imagem e a palavra, estas acções estético-performativas contribuem para a emergência de uma poética do excesso em que a iconoclastia da imagem e o nonsense da palavra se cruzam numa conjugação que tem tanto de humorístico quanto de violento”.
Os novos textos que foram incluídos em ‘Electrografias são provenientes dos arquivos de César Figueiredo e de Fernando Aguiar.
António Aragão faleceu em 2008, deixando um extenso trabalho. Além de poeta, escritor e pintor, o madeirense nascido em 1921 deixou ainda a sua marca enquanto historiador, tento entrado no campo da ficção, da dramaturgia, da arqueologia.
Organizador da revista Poesia Experimental (1964 e 1966), participou nas principais iniciativas do experimentalismo literário em Portugal bem como em inúmeras exposições, revistas e projectos no estrangeiro, recorda o Arquivo Digital da PO.EX - Poesia Experimental Portuguesa. “O conjunto da obra de António Aragão é marcado por uma acutilante visão crítica do mundo, dos discursos e dos poderes instituídos”, escreve.
Este livro deverá em breve estar disponível.

in Diário de Notícias Madeira, 16 de Abril de 2019
https://www.dnoticias.pt/5-sentidos/electrografias-junta-tres-livros-e-ineditos-de-antonio-aragao-BA4640571

05 abril 2019

Nova edição de "Electrografias" de António Aragão




Nova edição de Electrografias de António Aragão (Busílis, no prelo)


Publicação de Electrografias, de António Aragão.
Dados da publicação > Editora: Busílis | Local: Porto | Ano: 2019 | Formato: 148×210 | Nº de páginas: 218 | ISBN: 978-989-8582-65-2

Sinopse > Obra construída através de uma exploração criativa da fotocopiadora, Electrografias apresenta trabalhos contaminados por efeitos de arrastamento, desgaste e distorção. Ao atingirem a imagem e a palavra, estas acções estético-performativas contribuem para a emergência de uma poética do excesso em que a iconoclastia da imagem e o nonsense da palavra se cruzam numa conjugação que tem tanto de humorístico quanto de violento. Electrografias reúne num só volume três obras originalmente publicadas em 1990, agora expandidas com um conjunto de inéditos provenientes dos arquivos de César Figueiredo e de Fernando Aguiar.
Sobre o autor > António Aragão (Madeira, 1921-2008), poeta, escritor, pintor, historiador, foi um dos mais activos autores da poesia experimental portuguesa. Organizador da revista Poesia Experimental (1964 e 1966), participou nas principais iniciativas do experimentalismo literário em Portugal bem como em inúmeras exposições, revistas e projectos no estrangeiro. O seu domínio de acção artístico-literária estende-se da poesia experimental à poesia concreta e visual, abarcando ainda a ficção experimental, o teatro e a electrografia. O conjunto da obra de António Aragão é marcado por uma acutilante visão crítica do mundo, dos discursos e dos poderes instituídos. Esta perspectiva incisiva expressa-se através de uma não menos radical materialidade do texto e da imagem.

Inclui texto introdutório de Bruno Ministro, “Invenção, destruição: O ininterrupto gesto de pensar o mundo de forma arriscada”.

01 fevereiro 2019

Universidade Fernando Pessoa (Porto) acolhe inéditos de António Aragão

A Universidade Fernando Pessoa, cidade do Porto, acolheu em Janeiro de 2019 numerosos inéditos de António Aragão, incluindo obras literárias, manuscritos e correspondência, actualmente em processo de catalogação para efeitos de estudo, disponibilização ao público e publicação. O processo está a ser coordenado pelo Prof. Dr. Rui Torres, docente naquela universidade.
Antes, a Universidade Fernando Pessoa tinha já publicado um extenso volume exclusivamente dedicado à Vida e Obra Literária de António Aragão: Cibertextualidades 7.

09 dezembro 2018

Carta Aberta ao Presidente do Governo Regional da Madeira


Carta Aberta ao Exmo. Sr. Presidente do Governo Regional da Madeira


Caro Exmo. Sr. Presidente do Governo Regional da Madeira,
Dr. Miguel Filipe Machado de Albuquerque


Em primeiro lugar apresento as minhas mais cordiais saudações a Vossa Excelência.

Escrevo-lhe na qualidade de único filho e herdeiro do Madeirense Dr. António Manuel de Sousa Aragão Mendes Correia, mais conhecido como António Aragão.

Como sabe Vossa Excelência a Câmara Municipal do Funchal liderada pelo comunista Sr. Paulo Alexandre Nascimento Cafôfo prometeu comprar, em Fevereiro de 2015, parte importantíssima do Espólio de António Aragão, tendo dele tomado posse em Outubro daquele ano em completo secretismo e sem nunca ter obtido qualquer autorização minha para o efeito, e também sem nunca ter pago um cêntimo dos 166 mil euros acordados. Todos os detalhes deste caso encontram-se exaustivamente explanados no website oficial de António Aragão, no endereço www.aragao.org .

Acontece que no dia de ontem (8 de Dezembro) tomei conhecimento por intermédio do meu Advogado Dr. Américo Silva Dias que o Ministério Público decidiu arquivar o processo judicial, violando os mais básicos princípios que regem um Estado de Direito Democrático (que a República Portuguesa nunca representou), nomeadamente, e entre outros, os princípios da legalidade, da igualdade e do contraditório. Pasme-se, na minha carreira de mais de 15 anos como Advogado, nunca vi uma decisão de arquivamento como esta, em que, tal como numa qualquer ditadura comunista, o processo é arquivado apenas com base no "acreditar" na palavra de apenas uma das partes, neste caso uma representante da Câmara Municipal do Funchal.

Nenhuma testemunha nossa foi inquirida - nem sequer eu mesmo, nenhuma diligência de investigação foi realizada e nenhum fundamento factual sustentou tal aberração jurídica "assinada" em branco por uma "Procuradora-Adjunta" anónima (anexa-se aqui a respectiva aberração).

Ao ponto a que chegou Portugal! Antes ainda se davam ao trabalho de "fundamentarem" as suas mentiras, mas agora nem isso.

Lembro-me bem do que o Estado Português, então também liderado por estes bandidos socialistas / comunistas que estão agora de novo poder, fizeram às duas crianças raptadas no Algarve, Joana Cipriano e Madeleine McCann. Fui Advogado durante cerca de 5 anos da Mãe de Joana e trabalhei também para os detectives privados dos Pais de Madeleine McCann, e conseguimos provar que a Mãe de Joana Cipriano foi brutalmente torturada pelo Estado Português com o objectivo de a obrigarem a assinar uma confissão falsa. Dois agentes da polícia do Estado Português foram condenados, embora até ao momento nunca tenham entrado em prisão por esses crimes. E pior, as crianças nunca foram encontradas, nem nunca houve nenhuma vontade do Estado Português em as encontrar, simplesmente porque para o corrupto Portugal a prioridade foi sempre salvaguardar a imagem do turismo no Algarve.

Não é pois de admirar o que se passa agora com o processo do meu Pai António Aragão, num acto de flagrante vingança por todo o meu trabalho em prol desses Pais inocentes, trabalho que obteve ampla visibilidade internacional. Vingança porque esses mesmos bandidos que então governavam Portugal, e que foram na época publicamente denunciados por mim, voltaram ao poder, e comandam agora de novo com mão de ferro o Ministério Público e o Conselho Superior da Magistratura.

Por isso o comunista António Costa, actual Primeiro-Ministro corrupto de Portugal, o mesmo que entrou na política por intermédio do seu camarada corrupto José Sócrates, esforçou-se tanto por nomear um Procurador-Geral da República da sua "confiança" (como aliás denunciou muito bem o Prof. Cavaco Silva), tal como se passa com o orgão que disciplina, promove e expulsa os juízes, o Conselho Superior da Magistratura, órgão cuja maioria absoluta dos membros é nomeada pela maioria da Assembleia da República, ou seja, pelos partidos que hoje governam Portugal: a conhecida geringonça comunista composta por Partido Socialista + Partido Comunista + Bloco de Esquerda. 

De facto, Portugal é actualmente o único País da Europa inteiramente governado por partidos de ideologia sócio-fascista.

Também por isso não é de estranhar que o Juiz Carlos Alexandre tenha agora sido alvo de um processo disciplinar por ter "ousado" denunciar o que todos nós que trabalhámos no sector judicial sabemos desde sempre: que o "sorteio" dos Juízes não é aleatório.

Pois é, em Portugal os justos e os honestos são perseguidos, enquanto os corruptos, ladrões e demais bandidos são convertidos em heróis. Tudo ao contrário do que por exemplo hoje se passa no Brasil, País que conheço profundamente, pois a minha Esposa é Cidadã Brasileira, Bióloga e filha dum Coronel da Força Aérea Brasileira.

No Brasil o Povo colocou na rua os corruptos comunistas que estavam a destruir o País há mais de 13 anos, e condenou o seu principal bandido mentor, Luiz Inácio Lula da Silva a 12 anos e um mês de pena de prisão, acórdão unânime e que já não admite recurso. Sim, o corrupto comunista que foi Presidente do Brasil directa e indirectamente (indirectamente através da sucessora que nomeou) durante 13 anos e 8 meses está agora preso! E o Juiz imparcial, competente, honesto e corajoso que liderou o processo, o Dr. Sérgio Moro, será agora o novo Ministro da Justiça do Brasil.

Mas ao contrário, em Portugal, o corrupto José Sócrates é promovido a "herói", inclusivamente como "convidado de honra" regular da televisão pública portuguesa, sem ser exercido, é claro, o prinicípio do contraditório na "informação", digamos melhor, manipulação, promovida pelo actual Governo de Portugal sobre as agências que controla, nomeadamente a RTP e a Lusa, enquanto os Juízes e Procuradores que o acusaram são perseguidos e alvos de processos disciplinares.

E assim, enquanto o Brasil expulsou os ditadores comunistas do poder, Portugal aprofundou a sua ditadura comunista, obrigando eu e a minha Família a emigrar, tal com tantos milhões de Portugueses também foram forçados a fazer, procurando um País de acolhimento onde pudessem prosperar sem serem roubados pelos governos ladrões do Estado Português.

De facto urge que a União Europeia reveja o actual modelo de organização das suas instituições, porque não se vislumbra um bom futuro enquanto se permitir uma total impunidade em relação aos governos corruptos e ditatoriais de Estados-membros como é o caso do governo de Portugal. Talvez antecipando o iminente desastre, o Reino Unido já decidiu sair da União Europeia o mais rapidamente possível.

Na decisão de arquivamento do Ministério Público Português em relação ao processo do Espólio do meu Pai António Aragão, decisão de que, é claro, se irá recorrer em forma de Requerimento de Abertura de Instrução (embora sem grande esperança face ao explanado acima), várias mentiras são exaradas pela "Procurada-Adjunta" anónima.

Assim, e em bem da Verdade, cabe esclarecer o seguinte:

1º. Eu nunca fui notificado pela Câmara Municipal do Funchal para levantamento do Espólio de que se apropriaram ilegalmente sem a minha autorização nem sequer prévio conhecimento. Muito pelo contrário, a Câmara Municipal do Funchal nunca sequer se dignou a me responder aos numerosos correios electrónicos indagando sobre a situação do Espólio do meu Pai, correios electrónicos que foram enviados por mim ao cuidado directo do Sr. Paulo Alexandre Nascimento Cafôfo para os endereços cmf@cm-funchal.pt, datendimento@cm-funchal.pt e admgeral.expediente@cm-funchal.pt, nos dias 5 de Novembro de 2015, 8 de Novembro de 2015, 9 de Novembro de 2015, 14 de Novembro de 2015, 16 de Novembro de 2015, 9 de Dezembro de 2015, 29 de Setembro de 2016 e 17 de Novembro de 2016. Vários destes correios electrónicos foram reencaminhados por mim por diversas vezes para aqueles mesmos endereços, sendo que os tenho todos devidamente guardados. Como afirmei, nunca obtive nenhuma resposta a nenhum deles.

2º. Em confirmação, recordemos a notícia publicada pelo Diário de Notícias da Madeira no dia 21 de Outubro de 2016, sob o título «In Memoriam de António Aragão suspenso», onde o executivo da Câmara Municipal do Funchal afirma o seguinte:

«(...) Mas o negócio ainda não se concretizou, não tem data para se concretizar, nem o Município reconhece nesta fase Marcos Aragão como parte dele, uma vez que no início do processo o acervo estava entregue à leiloeira e foi com ela negociada a compra. (...) A Câmara não tem qualquer relação comercial com o filho de António Aragão, disse ainda o vereador, deixando claro que o processo que está pendente nesta fase é com a agência Leilões Mouraria. Em Junho deste ano o DIÁRIO noticiava que a CMF resolveu com a leiloeira o contrato de compra da colecção e tinha colocado à disposição da Leilões Mouraria os 21 lotes que compunham o conjunto de peças do artista falecido em 2008. “Eu não posso negociar com o Dr. Marcos Aragão, quando tenho pendente um processo com a leiloeira para cessar, terminar a adjudicação. Sem a leiloeira nos informar que está fechado definitivamente o processo com a Câmara e vir recolher o espólio que ainda está na nossa posse, tal qual como nos foi entregue, não há aqui avançar para qualquer tipo de negociação ulterior”, garantiu o vereador (...)».

3º. Também necessário é salientar que estas declarações da Câmara Municipal do Funchal são produzidas oito meses depois de expirado o contrato com a Leilões Mouraria (expirou no dia 23 de Fevereiro de 2016), portanto quando esta última já há muito não possuía qualquer direito a me representar em nenhum assunto.

4º. Na aberração jurídica emanada pela "Procuradora-Adjunta" anónima é afirmado ainda que o Município voltou atrás e resolveu o contrato depois de a Leilões Mouraria não ter conseguido cumprir com os requisitos formais, o que também não corresponde à verdade. Se o fosse, não teria nunca a Câmara Municipal do Funchal tomado posse de grande parte do Espólio do Dr. António Aragão em Outubro de 2015, também oito meses depois de ter deliberado a favor da sua aquisição, e após uma sequência de aprovações camarárias nesse sentido, resultando portanto absolutamente inverosímil que em quase um ano a referida autarquia não tenha tido tempo de apurar a alegada situação irregular da Leilões Mouraria, e muito mais inverosímil quando a mencionada Câmara Municipal aceita tomar posse do Espólio ao arrepio de todas as exigências legais prévias de adjudicação, a menos que se considere que essas exigências foram, na verdade, observadas, nunca tendo existido assim qualquer entrave legal à aquisição.

5º. Na mesma aberração jurídica é desprezado por completo o facto de que Ricardo Paulo dos Santos Silva, responsável pela Leilões Mouraria, está também na posse ilegal da restante parte do Espólio de António Aragão. Desde o início de Outubro de 2015, a Câmara Municipal do Funchal aceitou da Leilões Mouraria grande parte do Espólio do meu falecido Pai Dr. António Aragão, mantendo-o na sua posse desde então, sendo que só no dia 24 de Março de 2017 transmitiu verbalmente (e sem nenhum compromisso escrito) à colega que me estava a representar a sua disponibilidade em devolver à minha pessoa o que ilegalmente retinha há ano e meio, para então depois retomar a sua posse e adquirir (???), quando eu desconheço por completo o que foi entregue pela Leilões Mouraria à Câmara Municipal do Funchal, e o estado em que se encontravam as Obras à data da transferência ilegal de posse, que aliado à também recusa da primeira em prestar contas e informações, constitui uma autêntica associação criminosa que desde então só tem prejudicado o nome daquele que foi, segundo os especialistas, o maior vulto de sempre da Cultura Madeirense, António Aragão.

Nesta esteira, cabe perguntar:

1º. Porque razão o Ministério Público Português não encetou nenhuma diligência de investigação para apurar o que realmente ainda existe do Espólio de Antóno Aragão, Espólio que foi dividido ilegalmente entre os denunciados Paulo Alexandre Nascimento Cafôfo e Ricardo Paulo dos Santos Silva?

2º. Porque razão o Ministério Público Português não encetou nenhuma diligência de investigação para apurar que Obras de Antóno Aragão foram vendidas ilegalmente, e por quem, em Novembro de 2016, em Lisboa, pela leiloeira Cabral Moncada Leilões?

3º. Porque razão o Ministério Público Português, em sede de inquérito, decidiu apenas ouvir a versão da Câmara Municipal do Funchal, recusando ouvir qualquer outra pessoa, nomeadamente as testemunhas indicadas pelo meu Advogado?

4º. Como é possível o Ministério Público Português afirmar que o Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Alexandre Nascimento Cafôfo, não teve nenhum envolvimento no caso, apesar do caso do Espólio de António Aragão ter sido um dos temas mais noticiados pela imprensa da Madeira?

5º. Porque razão o Ministério Público Português não constituiu nenhum dos denunciados como arguidos no inquérito, apesar de a isso estar obrigado legalmente?

A resposta a todas estas questões parece óbvia: Paulo Alexandre Nascimento Cafôfo, actual Presidente da Câmara Municipal do Funchal, é o candidato oficial do Primeiro-Ministro de Portugal ao cargo de Presidente do Governo Regional da Madeira, eleições que terão lugar já no próximo mês de Setembro. E o destino de qualquer processo judicial contra esse candidato comunista tem como destino certo o arquivamento, tal como já aconteceu também com o processo da tragédia da queda da árvore do Monte, no município do Funchal, em que se provou documentalmente que o mesmo Paulo Cafôfo teve muito antecipadamente amplo conhecimento do perigo de queda daquela árvore, mas no entanto nada fez para prevenir tal tragédia, crime gravíssimo que resultou na morte de 13 pessoas e ferimentos graves em outras 50. Também aqui o corrupto Ministério Público Português dediciu, no dia 4 de Outubro do corrente ano (2018) arquivar todas as acusações contra o seu camarada corrupto Paulo Alexandre Nascimento Cafôfo.

E não podemos esquecer dos milhares de Portugueses falecidos e feridos nos incêndios que aconteceram nos últimos anos em Portugal e na Madeira, incêndios que tomaram as proporções que tomaram devido à brutal negligência do actual Governo de Portugal, seja na prevenção, seja na coordenação dos meios.

Nesses casos, como no meu, como em muitos outros onde estão envolvidas personagens sinistras que governam Portugal, crimes graves de homicídio negligente, lesões físicas e morais, corrupção, perjúrio, prevaricação, abuso de poder e abuso de confiança são investigados pelo Estado Português à moda da Coreia do Norte. O que só reforça que o Prof. Cavaco Silva tinha total razão sobre a reiterada actuação do actual Governo de Portugal para manipular o Ministério Público: existe sem dúvida alguma «gato escondido com rabo de fora».

Entretanto este Ministério Público parcial e dependente, acabou por ter sido forçado a admitir que eu sou o único proprietário do Espólio de António Aragão mas que, por razões que me são completamente alheias, não estou na posse dele desde Outubro de 2015, tendo a Câmara Municipal do Funchal tomado posse sem a minha autorização nem conhecimento de parte significativa do Espólio, enquanto a restante parte permanece também desde então na posse do leiloeiro.

Em consequência, venho propor a Vossa Excelência a aquisição pelo Governo da Região Autónoma da Madeira da parte do Espólio de António Aragão que está na posse da Câmara Municipal do Funchal, dado que, na sequência de todas as patifarias de que o nome do meu Pai foi vítima por parte desses políticos medíocres e corruptos de ideologia ditatorial comunista, declaro não querer mais vender o Espólio de António Aragão à Câmara Municipal do Funchal.

Esta é pois a única solução que antevejo como viável para a Pátria Madeira honrar o nome do seu Cidadão António Aragão, que é considerado pelos especialistas como o maior nome de sempre da Cultura Madeirense, e o que mereceu a mais ampla projecção internacional nos meios Artísticos e Culturais.


Em 09 de Dezembro de 2018,

com os meus melhores cumprimentos,

Marcos Teixeira Da Fonte Tavares Gomes Aragão Correia.

Representado pelo Advogado Dr. Américo Silva Dias, cédula profissional nº 304M
Rua Câmara Pestana, 21 - 2º Sl 7 e 8
9000-043 Funchal - Madeira
Email: americosilvadias-304m@adv.oa.pt
Telefone: 291644737
Telemóvel: 964041900
Fax: 291644977.

JM: «António Aragão ainda é uma referência e um modelo a seguir pelas novas gerações»

JM - Jornal da Madeira
03 de Dezembro de 2018

«António Aragão ainda é uma referência e um modelo a seguir pelas novas gerações»


O documentário 'António Aragão' foi hoje apresentado, na Sala do Senado da Universidade da Madeira.

O registo integra uma série de seis programas sobre artistas plásticos na Madeira e foi produzido pela Secretaria Regional de Educação, através da Direção de Serviços de Educação Artística e Multimédia da Direção Regional de Educação.

A organização do evento foi da responsabilidade de Duarte Encarnação (UMa) e de Paulo Esteireiro (DRE).

Este último mostrou-se satisfeito, em declarações ao JM, pela adesão dos alunos da UMa e do público em geral, que se mostraram interessados em conhecer “uma personalidade única da história cultural da Madeira”.

“A Secretaria Regional de Educação procura manter viva a obra e a vida deste intelectual e artista madeirense, que teve uma projeção nacional e internacional que ainda hoje nos orgulha. Na prática, pretende-se que o nome de António Aragão deixe de ser desconhecido para a população em geral da Madeira, principalmente na educação”, disse.

Para Paulo Esteireiro, “foi consensual no debate que se seguiu à visualização do documentário, que António Aragão foi uma das figuras mais marcantes e multifacetadas da sua geração, no domínio da cultura madeirense. A postura vanguardista, experimentalista e irreverente do seu trabalho ainda hoje pode ser considerada um modelo a seguir pelas novas gerações. Aragão tinha conhecimentos privilegiados para a época e uma rede de contactos internacional, que lhe permitiu ser pioneiro em diversas áreas, desde a arqueologia e a biblioteconomia, passando pela etnografia e a história, até à conservação informada cientificamente, a poesia experimental, o desenho e a escultura”.

Saliente-se ainda que a série de seis programas sobre artistas plásticos da Madeira conta com a direção geral de Virgílio Caldeira e Paulo Esteireiro, sendo a produção da responsabilidade de Filipa Silva e Jorge Conduto. Bruno Santos foi o realizador do documentário sobre António Aragão e o guião conta com a autoria de Raquel Camacho.

20 novembro 2018

Câmara Municipal do Funchal roubou 166 mil euros à Família de António Aragão. Espólio de António Aragão está desaparecido em Portugal há mais de 3 anos. Corrupção e prevaricação. Crimes continuam impunes.


Câmara Municipal do Funchal roubou 166 mil euros à Família de António Aragão. Espólio de António Aragão está desaparecido em Portugal há mais de 3 anos. Corrupção e prevaricação. Crimes continuam impunes.

Portugal tem um amplo historial na prática de pilhagens. Aqui lesados do BES/Estado Português manifestando-se: «Portugal um ladrão».

Os camaradas de ideologia sócio-fascista Paulo Cafôfo e António Costa de acordo com o saque ao Povo Português.

Tese de doutoramento da Dra. Maria João Lopes Fernandes defendida em 2018 na Universidade de Lisboa sobre a Poesia Experimental Portuguesa

Tese de doutoramento da Dra. Maria João Lopes Fernandes defendida em 2018 na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa:

«O encontro entre a poesia e as artes visuais: Poesia Experimental Portuguesa, 1964-1974»,

Artigo da Dra. Inês Cardoso sobre a correspondência entre António Aragão e Alberto Pimenta (Universidade do Porto)

Artigo da Dra. Inês Cardoso sobre a correspondência entre António Aragão e Alberto Pimenta:
«às vezes julgo-me na iminência de ver o horror: pensar a Europa em os 3 farros. descida aos infermos. de António Aragão e Alberto Pimenta»,

in Cadernos de Literatura Comparada – Revista do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, Universidade do Porto, n. 38 (2018): Espaços Literários e Territórios Críticos, Orgs.: Ana Paula Coutinho, Gonçalo Vilas-Boas, José Domingues de Almeida, Maria Luísa Malato, Teresa Martins de Oliveira. ISSN 2183-2242. pp. 429-438:

http://ilc-cadernos.com/index.php/cadernos/article/view/496/543

19 outubro 2018

Exposição Poesia Experimental Portuguesa em Brasília com Obras de António Aragão





Exposição Poesia Experimental Portuguesa
Local: CAIXA Cultural Brasília – Galerias Piccola I e II (SBS Quadra 4 Lotes 3/4), Brasília
Curadoria: Bruna Callegari e Omar Khouri
Abertura: 16 de outubro de 2018, às 19h
Visitação: de 17 de outubro a 16 de dezembro de 2018
Horário: de terça a domingo, das 9h às 21h
Entrada Franca
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (61) 3206-9448 e (61) 3206-9449
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal do Brasil.

José Carlos Sepúlveda da Fonseca: «Corrupção do PS de Portugal tem ligações com corrupção do PT do Brasil»

12 outubro 2018

GPS Lifetime: «Chega a Brasília exposição sobre Poesia Experimental Portuguesa»

GPS Lifetime

Chega a Brasília exposição sobre Poesia Experimental Portuguesa

Uma das diversas Obras de António Aragão em exibição em Brasília

O compilado de obras estará exposto na CAIXA Cultural Brasília

«A CAIXA Cultural Brasília recebe, de 17 de outubro a 16 de dezembro, a exposição Poesia Experimental Portuguesa, nas Galerias Piccola I e II. O compilado de obras apresenta, pela primeira vez ao público brasileiro, um panorama da poesia experimental realizada em Portugal desde os anos 1960 até os dias atuais.

São cerca de 80 trabalhos de 18 artistas portugueses. A coletânea, com curadoria de Bruna Callegari e Omar Khouri, percorre uma trajetória de seis décadas de produção poética em diferentes formatos e suportes: impressões, pinturas, caligrafias, fotografias, objetos, áudios e vídeos.

Apelidada com as iniciais de Poesia Experimental, a PO-EX nunca se configurou como um movimento fechado e teve pouca visibilidade no Brasil, embora ambos os países compartilhem da mesma língua e os portugueses tenham sido influenciados pela Poesia Concreta brasileira. Na exposição, destacam-se obras de artistas como E.M. de Melo e Castro, Ana Hatherly, António Aragão, Salette Tavares, Silvestre Pestana, António Barros, Fernando Aguiar, Emerenciano, entre outros.

A Poesia Experimental se configura como uma prática artística de resistência e transgressão.

Em suas viagens a Portugal, a curadora Bruna Callegari encontrou com artistas, colecionadores e instituições de arte, recolhendo revistas independentes, documentos, obras em papel, colagens, arte-postal, registros em vídeo e objetos.

A exposição visa resgatar e evidenciar o histórico dos artistas e de sua valiosa produção cultural.»,

in GPS Lifetime, 10 / 11 Outubro 2018

Nota: Agradecemos muito ao actual Governo Federal do Brasil o apoio a este importante evento Cultural. De salientar que, como sempre foi regra, o Estado Português não apoia, nem nunca apoiou, nem este nem outros relevantes movimentos de Arte Portuguesa não-nacionalista (os governantes portugueses sempre preferiram homenagear e apoiar os seus companheiros ladrões, corruptos e violadores). Mas é com grande regozijo que começamos a assistir a um maior desenvolvimento do Brasil, País que podia já ser um dos mais ricos e evoluídos se não tivesse sido Portugal quem o tivesse colonizado, colonização totalmente desastrosa e nefasta perpetrada com o único objectivo do saque mais cruel fazendo uso das mais vis armas do genocídio, da tortura e da escravidão.

10 outubro 2018

António Aragão em exposição no Brasil


Patrocinada pelo Governo Federal do Brasil, inaugura-se em Brasília, na CAIXA Cultural, no dia 16 de Outubro de 2018 às 19 horas, a mega exposição "Poesia Experimental Portuguesa", organizada pelo Espaço Líquido sob a curadoria de Bruna Callegari e Omar Khouri.
Esta importante exposição, que estará patente ao público até ao dia 16 de Dezembro de 2018, integra numerosas obras da Poesia Experimental Portuguesa da autoria dos principais Poetas Experimentais, entre os quais se destaca o seu fundador António Aragão.

06 outubro 2018

Prof Cavaco Silva alerta tacitamente: o nefasto e corrupto governo comunista de Portugal controla o Ministério Público para que não tenham sucesso os processos penais contra os seus políticos corruptos, entre os quais os bandidos José Sócrates e Paulo Cafôfo

in Observador:
Cavaco Silva: “Não recondução de Joana Marques Vidal é talvez a mais estranha decisão da Geringonça”





«Cavaco Silva considerou, esta quarta-feira, que a não recondução da procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, foi a decisão “mais estranha” do Governo liderado por António Costa.

O antigo Presidente da República falou à margem de um congresso da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC), referindo que a não recondução de Joana Marques Vidal é algo que considera “muito estranho, estranhíssimo, tendo em atenção a forma competente como exerceu as suas funções e o seu contributo decisivo para a credibilização do Ministério Público”.

“Sou levado a pensar que esta decisão política de não recondução de Joana Marques Vidal é talvez a mais estranha tomada no mandato do Governo que geralmente é reconhecido como Geringonça”, sublinhou o antigo Presidente da República, primeiro-ministro e líder do PSD.

Têm sido várias as críticas tecidas à não-renovação do mandato de Joana Marques Vidal, que vai ser substituída por Lucília Gago. Em carta publicada no Observador, Pedro Passos Coelho lamentou a decisão e considerou que “não houve, infelizmente, a decência de assumir com transparência os motivos que conduziram à sua substituição”. Também Marques Mendes criticou a atuação do Governo, frisando que “houve gato escondido com rabo de fora” no processo.»,

in Observador, 26 de Setembro de 2018
https://observador.pt/2018/09/26/cavaco-silva-nao-reconducao-de-joana-marques-vidal-e-talvez-a-mais-estranha-decisao-da-geringonca/

Nota: Em confirmação deste alerta, no dia 4 de Outubro seguinte o Ministério Público português anunciou que decidiu arquivar todas as acusações contra Paulo Cafôfo, presidente da Câmara Municipal do Funchal e candidato oficial de António Costa à presidência do Governo Regional da Madeira, pelos graves crimes que resultaram no homicídio negligente de 13 pessoas e ferimentos graves em outras 50 no Monte, cidade do Funchal. Portugal é de facto um país vergonhoso governado por bandidos da pior espécie.

02 outubro 2018

Diário de Notícias Madeira: «MPT quer que presidente da Câmara do Funchal se demita»

«O MPT-Madeira emitiu um comunicado esta noite, na qual torna pública a sua posição face ao presidente da Câmara Municipal do Funchal. “Paulo Cafôfo está a enganar toda a população do Funchal e arredores, porque de manhã trabalha na Câmara Municipal do Funchal, no cargo para que foi eleito e à tarde deveria estar a fazer o mesmo, mas contrariamente aos desígnios do povo, sai dessas funções e faz campanha eleitoral ao serviço do PS Madeira com vários militantes, visitando instituições, adegas de vinho, unidades hoteleiras, etc, cometendo irregularidades graves de usurpação de funções que não lhe são reconhecidas”, atiram. E acrescentam: “Apenas sabemos que pretende ser candidato pelo PS Madeira, mas isso não lhe confere o direito de fazer o papel de Presidente do Governo Regional.”
Noutro ponto, o Partido da Terra deixa um alerta à população “para que não se deixe enganar com o comportamento desregrado do candidato Paulo Cafôfo, que atua de forma irregular, ou seja, eu quero, mando e posso, seguindo impune com este comportamento inconstitucional, deixando as funções para que foi eleito no período da tarde, para se tornar apenas representante do PS Madeira, trabalhado e fazendo campanha eleitoral para este partido e para a sua causa, numa demagogia falaciosa e com o objectivo de enganar todos aqueles que votaram para que cumprisse todo o mandato à frente da Câmara Municipal do Funchal a tempo inteiro”.
E continua, dizendo que na opinião do MPT “se o Presidente Paulo Cafôfo eleito para um mandato de 4 anos (afirmou na altura que cumpria o mandato até ao fim), quer fazer apenas campanha eleitoral pelo PS Madeira, deve de imediato por o lugar à disposição, deixando de uma vez por todas de enganar a população”.
Por fim, aponta aos partidos que apoiam a Coligação Confiança, vencedora das últimas eleições autárquicas no Funchal. “O MPT-Madeira pergunta se os partidos que suportam esta coligação (aqui tem que se incluir o CDS-PP), se concordam com um Presidente a meio tempo que desempenha funções para lá do âmbito daquelas para as quais foi legitimado, enganando tudo e todos? Caso estejam de acordo, quer dizer então que fazem parte desta enorme farsa teatral, assumindo o logro e o engano como a sua verdadeira política de falsidade pela qual se tornaram verdadeiros experts”, conclui.»,
in Diário de Notícias Madeira, 18 Setembro 2018

13 agosto 2018

Dr Barra da Costa (ex-Inspector-Chefe da Polícia Judiciária) denuncia corrupção total em Portugal

(in Jornal de Notícias)


ESTADO, POLÍCIA, TRIBUNAIS: CULTURA CRIMINOLÓGICA EM PORTUGAL.
Por Dr José Martins Barra da Costa, escrito em exclusivo para o website oficial de António Aragão www.aragao.org



Biografia Dr José Martins Barra da Costa:
1. Formação académica (antes de Bolonha)
- Licenciatura em Antropologia – Instituto Superior Ciências do Trabalho e da Empresa
- Posgraduação em Ciências Criminais – Instituto Superior Ciências da Saúde Egas Moniz 
- Posgraduação em Estudos Psicocriminais – Faculdade de Direito Universidade Nova 
- Mestrado em Relações Interculturais - Universidade Aberta
- Doutoramento em Psicologia – Universidade de Aveiro
- Doutor Especialista em Criminologia - Universidade Lusíada Norte, Porto
2. Experiência profissional
2.1.- Ministério da Justiça (1971-2002)
- PJ, Investigador Criminal – Inspector-chefe (1975-2002) 
(Homicídios, assaltos mão armada, crimes sexuais, terrorismo)
- Docente Criminologia, no Instituto Superior de Polícia Judiciária e Ciências Criminais (1996-2002)
2.2. - Ministério da Administração Interna, Chefe Divisão Refugiados / Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (1991-1995)
3. Formador
- EURO 2004 – Stewards/ Técnicas de comunicação (2003)
- Guarda Nacional Republicana – Criminologia, em cursos de Investigação Criminal (2001-2012)
- Polícia de Segurança Pública, Sindicato Nacional de Polícia – Criminologia, Cena do Crime, Crimes Sexuais (2006-2012)
- CRIAP, Porto – Criminalidade Comum e Criminalidade Organizada (2009-2018)
4. Actividade académica 
4.1.- Criminologia (pós-graduações)
- Universidade Moderna (1999-2001) 
- Instituto Superior Ciências da Saúde (2000-2007)
- Universidade Internacional (2004/5) 
- Universidade Lusófona (2001-2012)
4.2. - Investigação Criminal, na licenciatura e no mestrado de Psicologia Criminal, no Instituto Superior Ciências Saúde Egas Moniz (2005-2013)
4.3. - Agressão, Conflito e Violência(s), no mestrado de Riscos e Violência, na Universidade Lusófona (2010-2013)
4.4. - Introdução às Ciências Forenses, Psicologia Forense e Criminalidade Sexual na licenciatura de Criminologia; e Investigação da Criminalidade Comum e Investigação da Criminalidade Organizada, no mestrado de Ciências Jurídico-Penais, ambas na Universidade Lusíada, no Porto (2012-2018)
5. Livros:
5.1. - Edição Universidade Aberta: 
- (1997), Exílio e Asilo (Refugiados em Portugal), tese de Mestrado
5.2. - Edição Colibri:
- (1999), Práticas Delinquentes (de uma criminologia do anormal a uma antropologia da marginalidade)
- (2001), Prostituição 2001 (o masculino e o feminino de rua)
- (2002), Organização, Prefácio e Posfácio de O Gang e a Escola
- (2003), Sexo, Nexo e Crime (Teoria e Investigação da Delinquência Sexual)
- (2004), O Terrorismo e as FP 25 anos depois
- (2006), Filhos do Diabo (assassinos em série, satânicos e vampíricos)
- (2007), O Idoso e o Crime(Prevenção e Segurança)
5.3. - Edição Dom Quixote:
- (2008), Maddie, Joana e a Investigação criminal.
5.4. - Edições Pactor
- (2013), Perfis Psicocriminais. Do Estripador de Lisboa ao Profiler
5.5. - Edições Macaronésia
- (2014), Nós, os Psicopatas (fantasias, manias e anomalias)
- (2017), Os Crimes de João Brandão (das Beiras ao Degredo)
Dezenas de artigos em revistas científicas. 
É o único profiler criminal em Portugal (prática e teoria de Antropologia, Criminologia, Psicologia e Investigação Criminal).
Quando a censura permite é cronista em jornais e comentador em programas televisivos.


16 maio 2018

Editora TRINTA POR UMA LINHA prepara-se para lançar a reedição conjunta das Obras "Electrografias" de António Aragão


A Editora TRINTA-POR-UMA-LINHA, com sede no Porto, prepara-se para lançar a reedição conjunta das Obras "Electrografias", de António Aragão, reedição concretizada sob a coordenação do Prof. Dr. Rui Torres e do Dr. Bruno Ministro, respectivamente da Universidade Fernando Pessoa e da Universidade de Coimbra.
Nesta esteira, outras editoras estão também a estudar o melhor meio de reedição das muitas obras literárias esgotadas da autoria de António Aragão.
Mais informações sobre este assunto serão divulgadas oportunamente à comunicação social.


Prof. Dr. Rui Torres
 Dr. Bruno Ministro
Dr. Bruno Ministro

03 maio 2018

Actualização: Processo penal sobre o desaparecimento do Espólio Artístico do Dr António Aragão


Na sequência da denúncia criminal apresentada pelo único filho e herdeiro do Dr António Aragão, Dr Marcos Aragão Correia, contra o actual presidente da Câmara Municipal do Funchal Paulo Cafôfo e contra o leiloeiro Ricardo Silva, por suspeita fundada da prática dos crimes de corrupção e prevaricação, o Ministério Público deu início à devida investigação criminal, estando esta a cargo da 2ª Secção do Funchal do Departamento de Investigação e Ação Penal, com o número de processo 2242/17.0T9FNC. Nesta sequência, o Dr Marcos Aragão Correia constituiu seu Advogado o seu Colega Dr Américo Silva Dias, com escritório forense no Funchal, tendo já sido requerida por este a sua constituição como Assistente no respectivo processo.
Para mais informações sobre a denúncia criminal, por favor consultar os seguintes links:

20 abril 2018

Recensão da autoria do Dr. Bruno Ministro sobre a ampla produção de electrografias da autoria de António Aragão


Recensão da autoria do Dr. Bruno Ministro sobre a ampla produção de electrografias levadas a cabo por António Aragão durante a década de 1980


Electrografia 1, ou o elogio da loura de Ergasmo nu Atlânticu é um livro que se enquadra na ampla produção de electrografias levadas a cabo por António Aragão durante a década de 1980. O autor faz uso de procedimentos de manipulação electrográfica na construção de textos visuais com recurso à máquina fotocopiadora. Publicados em 1990 na Vala Comum, editora dirigida pelo próprio Aragão, os textos presentes em Electrografia 1 foram concebidos em 1984, segundo data atribuída pelo autor. Este volume é o primeiro de uma série de três livros publicados em 1990 com a estampa da sua editora: Electrografia 2 ou merdade my son, composto em 1985; e Electrografia 3 ou céu ou cara dente por dente, criado em 1987.

Descoberto por Pál Selényi no início do século XX e posteriormente desenvolvido por Chester Carlson, o processo de cópia electrofotográfica massificou-se através da comercialização de fotocopiadoras a partir da década de 1960. Ao mesmo tempo que as máquinas começam a ser usadas em escritórios e estabelecimentos comerciais, artistas como Barbara Smith, Esta Nesbitt, Bruno Munari, Joseph Beuys e Sonia Landy Sheridan fazem as primeiras experiências estéticas com recurso à nova tecnologia. Esta prática artística, conhecida como electrografia ou copy art, mas também nomeada como xerografia ou arte da fotocópia, vai ser desenvolvida por vários artistas plásticos, designers gráficos e poetas visuais sobretudo entre as décadas de 1960 e 1990.

Em Portugal, António Aragão é um dos pioneiros no campo da experimentação das possibilidades expressivas da electrografia. Os primeiros trabalhos de que há registo estão publicados em Poemografias: Perspectivas da Poesia Visual Portuguesa, livro impresso em 1985 e no qual onze poetas visuais e experimentais apresentam ensaios com propostas de caminhos para o experimentalismo português. Estes textos são acompanhados por uma mostra de trabalhos criativos da autoria dos mesmos artistas. De António Aragão encontramos já ali excertos das primeiras experiências da série de electrografias (pp. 189-200) que apenas serão publicadas na íntegra cinco anos mais tarde.

Electrografia 1 é constituída por três imagens fotográficas originais que se metamorfoseiam através da manipulação que delas é feita no decorrer do processo de cópia. Nas composições de Aragão, é possível identificar um conjunto de técnicas características da arte electrográfica, como são os casos do copy motion – efeito de movimento gerado pelo deslocamento do material original durante o processo de cópia – e da degeneração, procedimento iterativo de cópia da cópia que leva a imagem a desintegrar-se, apresentando um aspecto gasto, devido ao acentuado contraste entre tons e respectiva perda dos tons intermédios da matriz. Na sua obra, Aragão faz igualmente uso de estratégias de sobreposição, deformação, repetição, ampliação e redução, fazendo jus à tese apresentada por Christian Rigal quando afirma que a electrografia é a antítese da cópia, uma vez que “todas as técnicas electrográficas (…) são técnicas de transformação”. (Rigal, 2005: 61)

Às imagens manipuladas, António Aragão junta fragmentos verbais escritos em letra cursiva. As frases que em Electrografia 1 se imiscuem com as imagens apresentam também elas uma estética da distorção do discurso, fazendo implodir o sentido num processo de recursiva dessemantização que, através do nonsense, persegue a destruição das retóricas instituídas. Imagem e palavra não devem ser entendidas separadamente. Sobre o caso concreto da electrografia, Aragão defende no ensaio “A escrita do olhar” que palavra e imagem “não são concebidas como dois componentes isolados no texto mas antes como uma visualização articulada sempre entre imagem e palavra.” (Aragão, 1985: 186)

Ao se basearem as 38 páginas em apenas 3 imagens-matriz e tendo em conta que alguns fragmentos verbais de certa forma se repetem, Electrografia 1 tem a unidade característica de um trabalho que é desenvolvido em série. Isto é importante na medida em que, em primeiro lugar, apresenta, sem obstruções românticas, o processo genético da obra e, em segundo lugar, expõe o livro enquanto objecto com uma estrutura narrativa que não é obrigatoriamente linear.

Tem especial relevo o facto de António Aragão afirmar que não se serve da fotocopiadora apenas enquanto ferramenta para a criação, assumindo inclusive que a tecnologia participa na estruturação da obra como agente activo na interação homem-máquina: “os dois «sujeitos» funcionam numa palpitante simbiose como se fossem reduzidos apenas a um só, isto é, como se se tratasse duma única existência sistemática de que ambos participam igualmente conjugados.” (Aragão, 1987: 150) Este é mais um dos indicadores de que trabalhos artísticos como as electrografias de António Aragão preparam já a era digital.

Com o seu trabalho de copy art, António Aragão exerce uma enorme influência sobre um conjunto de outros poetas visuais que, pertencendo ao seu circuito de afinidades pessoais e estéticas, colaboram activamente nas suas experiências. É o caso do núcleo de artistas que, na década de 1980, na ilha da Madeira, se junta à volta da fotocopiadora e que inclui nomes como António Dantas e António Nelos, mas é também o caso de outros poetas experimentais como César Figueiredo que trabalharam a fundo este meio. O trabalho destes poetas visuais vai ser difundido ao longo dos anos 1980 e 1990 em exposições nacionais e internacionais, mas é sobretudo a sua actividade na rede internacional de arte postal que vai fazer circular as criações deste conjunto de poetas que, não destoando da recepção do experimentalismo na esfera editorial e crítica portuguesa, foi mantido à margem dos circuitos de distribuição comercial.

Este texto foi publicado em português no Arquivo Digital da PO.EX - Poesia Experimental Portuguesa

Este texto foi publicado em Inglês no Electronic Literature Directory, parceiro institucional do Arquivo Digital da PO.EX - Poesia Experimental Portuguesa:

This text was published in English in the Electronic Literature Directory, institutional partner of the Digital Archive of the PO.EX - Portuguese Experimental Poetry:

12 abril 2018

António Aragão foi pioneiro na Arqueologia Madeirense


Em notícia avançada pelo Diário de Notícias da Madeira no dia 12 de Abril de 2018, o Município de Santa Cruz, no âmbito da celebração do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios e do Ano Europeu do Património Cultural, vai inaugurar uma exposição contemporânea da autoria do artista plástico madeirense Martinho Mendes e do realizador e fotógrafo polaco Michał Krenz, na Casa da Cultura, que se debruça sobre os vestígios arqueológicos do antigo Convento da Piedade de Santa Cruz, em relação ao qual António Aragão foi o responsável pelas primeiras escavações arqueológicas, acto pioneiro no âmbito da Arqueologia Madeirense. A exposição assume uma carácter crítico em relação ao total desprezo a que as autoridades portuguesas votaram o Património Cultural da Madeira, críticas que tanto foram incansavelmente proferidas pelo próprio António Aragão.