19 outubro 2018

Exposição Poesia Experimental Portuguesa em Brasília com Obras de António Aragão





Exposição Poesia Experimental Portuguesa
Local: CAIXA Cultural Brasília – Galerias Piccola I e II (SBS Quadra 4 Lotes 3/4), Brasília
Curadoria: Bruna Callegari e Omar Khouri
Abertura: 16 de outubro de 2018, às 19h
Visitação: de 17 de outubro a 16 de dezembro de 2018
Horário: de terça a domingo, das 9h às 21h
Entrada Franca
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (61) 3206-9448 e (61) 3206-9449
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal do Brasil.

José Carlos Sepúlveda da Fonseca: «Corrupção do PS de Portugal tem ligações com corrupção do PT do Brasil»

António Aragão censurado pelo corrupto Estado Português

No passado dia 16 de Outubro, foi inaugurada na capital do Brasil, Brasília, uma importante exposição dedicada à Poesia Experimental Portuguesa, patrocinada pelo actual Governo Federal do Brasil. Apesar de todas as dificuldades, António Aragão, que foi um dos principais fundadores deste Movimento Artístico em Portugal, ficou também representado devido à generosa cedência de diversas das suas Obras Experimentais por parte dos Profs. Rui Torres e Fernando Aguiar. Isto porque, recorde-se, a maior parte do Espólio Artístico de António Aragão, no qual se integram originais preciosíssimos de Poesia Experimental, permanece desaparecido em Portugal após o presidente da Câmara Municipal do Funchal, o comunista Paulo Cafôfo, ter anunciado publicamente no início de 2015 que a Autarquia o iria adquirir pelo preço de 166 mil euros. Em Outubro desse mesmo ano, Paulo Cafôfo e o intermediário da aquisição Ricardo Silva, espoliavam o Espólio sem nada terem pago à Família de António Aragão. O assunto foi entregue pela Família aos tribunais portugueses, permanecendo há mais de 1 ano estagnado (lembremo-nos que Paulo Cafôfo quer agora ser o presidente do Governo Regional da Madeira, contando com o apoio explícito do comunista António Costa (actual primeiro-ministro de Portugal) eleições que se disputam já no próximo ano). Ora, desde que a Família de António Aragão decidiu denunciar todos os crimes de corrupção e prevaricação de que foi vítima cometidos por esses bandidos que governam Portugal, António Aragão tem sido alvo de uma censura adicional à que todos os Artistas Experimentais Portugueses sempre foram alvo por parte do Estado Português. Não é pois de admirar que a agência estatal de propaganda, a Lusa, tenha na sequência da inauguração daquela exposição e como notícia dela, formulado uma autêntica censura e falsidade que divulgou por toda a comunicação social sob o título: «Inéditos de E.M. Melo e Castro em mostra de Poesia Experimental Portuguesa em Brasília», onde o nome de todos os restantes Artistas Experimentais, tão ou mais importantes que E.M. Melo e Castro, foi rebaixado, e onde é afirmado: «Ernesto Manuel de Melo e Castro, pioneiro da poesia experimental em Portugal», afirmação que não corresponde à verdade, dado que António Aragão teve um papel muito mais importante e relevante como pioneiro da Poesia Experimental Portuguesa do que teve E.M. Melo e Castro, artista que nem participou no primeiro número da revista que constituiu o primeiro marco Histórico desta Poesia em Portugal, Poesia que a ela deveu o seu nome: falamos da revista «Poesia Experimental», organizada por António Aragão e Herberto Helder em 1964. Tudo isto vem a se somar à condecoração exclusivamente atribuída, em Junho de 2017, a E.M. Melo e Castro pelos governantes portugueses, a qual censurou e desprezou intencionalmente todos os restantes Poetas Experimentais Portugueses tão ou mais importantes que o próprio condecorado. Mas tal não é de admirar, pois E.M. Melo e Castro é comunista, e de todos os Poetas Experimentais Portugueses é o menos anti-nacionalista. Os governantes portugueses (na pessoa do seu presidente) tiveram ainda a desfaçatez de afirmar durante tal acto humilhante (para com todos os demais) que «olhamos para o céu e o céu só pode ser luso-brasileiro», como se o Brasil ainda fosse uma colónia portuguesa. Lembremo-nos que o Brasil deve toda a sua extremamente difícil situação à desastrosa e criminosa colonização portuguesa, assim como todos os outros Países que foram colonizados e espoliados por Portugal. Pois o grande azar do Brasil foi não ter sido administrado por Países Civilizados como a Holanda ou o Reino Unido. A evolução do Brasil passa pois por se afastar de Portugal, e se aproximar em vez de todos os exemplos de Civilização, que Portugal obviamente não representa. Como dizia Jorge de Sena numa carta dirigida ao seu amigo António Aragão (http://www.aragao.org/2010/05/carta-de-jorge-de-sena-para-antonio.html), quando falamos de Portugal falamos afinal dessa «cada vez mais rasca variante lusitana», desse país «sem conteúdo» (Jorge de Sena foi outro dos grandes escritores Portugueses também desprezado e ostracizado pelo Estado Português, unicamente por criticar com toda a verdade e justeza o país onde por azar nasceu, país (Portugal) que nasceu apenas porque o filho egoísta (Afonso Henriques) resolveu dar "porrada" na mãe).


ARQUIVO DIGITAL DA PO.EX
Poesia Experimental Portuguesa

Homenagem de Fernando Aguiar a Antóno Aragão

«Falecido no dia 11 de Agosto no Funchal, António Aragão foi um dos precursores da Poesia Experimental em Portugal no início dos anos 60, e da electrografia durante os anos 80, seguido por um grupo de artistas como António Nelos, António Dantas e César Figueiredo, entre outros, que realizaram um importante trabalho nessa área, tendo sido o seu principal teorizador. Como poeta experimental António Aragão teve uma importância fundamental na criação deste movimento, juntamente com Ana Hatherly, E.M. de Melo e Castro, Salette Tavares, e José-Alberto Marques, estando na origem das revistas “Poesia Experimental 1 e 2” (1964 e 1966), “Operação” (1967), Suplemento do “Jornal do Fundão” (1965) e da “Hidra 2” (1969).

Foi igualmente um dos autores do primeiro happening realizado em Portugal, “Concerto e Audição Pictórica”, juntamente com E. M. de Melo e Castro, Jorge Peixinho, Salette Tavares, Manuel Baptista, Clotilde Rosa e Mário Falcão, em 1965. Como escritor, António Aragão publicou “Um Buraco na Boca” (1971), o primeiro romance experimental editado em Portugal, e alguns livros de poesia como “Folhema 1” e “Folhema 2”, ambos de 1966, “Os Bancos” (1975) e “Metanemas” (1981).

Em 1968 publicou “mais exacta mente p(r)o(bl)emas”, que foi o livro que fez despertar o interesse pela poesia experimental, e é um dos livros fundamentais na minha formação como poeta visual conforme referi várias vezes, incluindo num Congresso na Cidade do México em que ambos participámos. Transcrevo o final do prefácio do meu livro “Os olhos que o nosso olhar não vê” : “Para o António Aragão uma saudação muito especial porque, com o livro “MAIS EXACTA MENTE P(R)O(BL)EMAS”, comprado num alfarrabista aos 16 anos (juntamente com “POEMAS POSSÍVEIS” de um poeta então desconhecido e hoje Nobel da literatura) me levou irremediavelmente para esta forma de expressão poética.” A obra do António Aragão ainda não foi estudada convenientemente para que lhe seja dado o destaque que merece na poesia contemporânea em Portugal.

Sempre tive uma enorme admiração e amizade pelo Aragão que participou em mais de três dezenas de actividades organizadas por mim entre Exposições, Festivais, Antologias poéticas e colectâneas de poesia experimental portuguesa publicadas em várias revistas internacionais, e prefiro deixar aqui algumas imagens inéditas deste importante criador e amigo.»,

Fernando Aguiar.

in

12 outubro 2018

GPS Lifetime: «Chega a Brasília exposição sobre Poesia Experimental Portuguesa»

GPS Lifetime

Chega a Brasília exposição sobre Poesia Experimental Portuguesa

Uma das diversas Obras de António Aragão em exibição em Brasília

O compilado de obras estará exposto na CAIXA Cultural Brasília

«A CAIXA Cultural Brasília recebe, de 17 de outubro a 16 de dezembro, a exposição Poesia Experimental Portuguesa, nas Galerias Piccola I e II. O compilado de obras apresenta, pela primeira vez ao público brasileiro, um panorama da poesia experimental realizada em Portugal desde os anos 1960 até os dias atuais.

São cerca de 80 trabalhos de 18 artistas portugueses. A coletânea, com curadoria de Bruna Callegari e Omar Khouri, percorre uma trajetória de seis décadas de produção poética em diferentes formatos e suportes: impressões, pinturas, caligrafias, fotografias, objetos, áudios e vídeos.

Apelidada com as iniciais de Poesia Experimental, a PO-EX nunca se configurou como um movimento fechado e teve pouca visibilidade no Brasil, embora ambos os países compartilhem da mesma língua e os portugueses tenham sido influenciados pela Poesia Concreta brasileira. Na exposição, destacam-se obras de artistas como E.M. de Melo e Castro, Ana Hatherly, António Aragão, Salette Tavares, Silvestre Pestana, António Barros, Fernando Aguiar, Emerenciano, entre outros.

A Poesia Experimental se configura como uma prática artística de resistência e transgressão.

Em suas viagens a Portugal, a curadora Bruna Callegari encontrou com artistas, colecionadores e instituições de arte, recolhendo revistas independentes, documentos, obras em papel, colagens, arte-postal, registros em vídeo e objetos.

A exposição visa resgatar e evidenciar o histórico dos artistas e de sua valiosa produção cultural.»,

in GPS Lifetime, 10 / 11 Outubro 2018

Nota: Agradecemos muito ao actual Governo Federal do Brasil o apoio a este importante evento Cultural. De salientar que, como sempre foi regra, o Estado Português não apoia, nem nunca apoiou, nem este nem outros relevantes movimentos de Arte Portuguesa não-nacionalista (os governantes portugueses sempre preferiram homenagear e apoiar os seus companheiros ladrões, corruptos e violadores). Mas é com grande regozijo que começamos a assistir a um maior desenvolvimento do Brasil, País que podia já ser um dos mais ricos e evoluídos se não tivesse sido Portugal quem o tivesse colonizado, colonização totalmente desastrosa e nefasta perpetrada com o único objectivo do saque mais cruel fazendo uso das mais vis armas do genocídio, da tortura e da escravidão.

10 outubro 2018

António Aragão em exposição no Brasil


Patrocinada pelo Governo Federal do Brasil, inaugura-se em Brasília, na CAIXA Cultural, no dia 16 de Outubro de 2018 às 19 horas, a mega exposição "Poesia Experimental Portuguesa", organizada pelo Espaço Líquido sob a curadoria de Bruna Callegari e Omar Khouri.
Esta importante exposição, que estará patente ao público até ao dia 16 de Dezembro de 2018, integra numerosas obras da Poesia Experimental Portuguesa da autoria dos principais Poetas Experimentais, entre os quais se destaca o seu fundador António Aragão.

06 outubro 2018

Prof Cavaco Silva alerta tacitamente: o nefasto e corrupto governo comunista de Portugal controla o Ministério Público para que não tenham sucesso os processos penais contra os seus políticos corruptos, entre os quais os bandidos José Sócrates e Paulo Cafôfo

in Observador:
Cavaco Silva: “Não recondução de Joana Marques Vidal é talvez a mais estranha decisão da Geringonça”





«Cavaco Silva considerou, esta quarta-feira, que a não recondução da procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, foi a decisão “mais estranha” do Governo liderado por António Costa.

O antigo Presidente da República falou à margem de um congresso da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC), referindo que a não recondução de Joana Marques Vidal é algo que considera “muito estranho, estranhíssimo, tendo em atenção a forma competente como exerceu as suas funções e o seu contributo decisivo para a credibilização do Ministério Público”.

“Sou levado a pensar que esta decisão política de não recondução de Joana Marques Vidal é talvez a mais estranha tomada no mandato do Governo que geralmente é reconhecido como Geringonça”, sublinhou o antigo Presidente da República, primeiro-ministro e líder do PSD.

Têm sido várias as críticas tecidas à não-renovação do mandato de Joana Marques Vidal, que vai ser substituída por Lucília Gago. Em carta publicada no Observador, Pedro Passos Coelho lamentou a decisão e considerou que “não houve, infelizmente, a decência de assumir com transparência os motivos que conduziram à sua substituição”. Também Marques Mendes criticou a atuação do Governo, frisando que “houve gato escondido com rabo de fora” no processo.»,

in Observador, 26 de Setembro de 2018
https://observador.pt/2018/09/26/cavaco-silva-nao-reconducao-de-joana-marques-vidal-e-talvez-a-mais-estranha-decisao-da-geringonca/

Nota: Em confirmação deste alerta, no dia 4 de Outubro seguinte o Ministério Público português anunciou que decidiu arquivar todas as acusações contra Paulo Cafôfo, presidente da Câmara Municipal do Funchal e candidato oficial de António Costa à presidência do Governo Regional da Madeira, pelos graves crimes que resultaram no homicídio negligente de 13 pessoas e ferimentos graves em outras 50 no Monte, cidade do Funchal. Portugal é de facto um país vergonhoso governado por bandidos da pior espécie.

02 outubro 2018

Diário de Notícias Madeira: «MPT quer que presidente da Câmara do Funchal se demita»

«O MPT-Madeira emitiu um comunicado esta noite, na qual torna pública a sua posição face ao presidente da Câmara Municipal do Funchal. “Paulo Cafôfo está a enganar toda a população do Funchal e arredores, porque de manhã trabalha na Câmara Municipal do Funchal, no cargo para que foi eleito e à tarde deveria estar a fazer o mesmo, mas contrariamente aos desígnios do povo, sai dessas funções e faz campanha eleitoral ao serviço do PS Madeira com vários militantes, visitando instituições, adegas de vinho, unidades hoteleiras, etc, cometendo irregularidades graves de usurpação de funções que não lhe são reconhecidas”, atiram. E acrescentam: “Apenas sabemos que pretende ser candidato pelo PS Madeira, mas isso não lhe confere o direito de fazer o papel de Presidente do Governo Regional.”
Noutro ponto, o Partido da Terra deixa um alerta à população “para que não se deixe enganar com o comportamento desregrado do candidato Paulo Cafôfo, que atua de forma irregular, ou seja, eu quero, mando e posso, seguindo impune com este comportamento inconstitucional, deixando as funções para que foi eleito no período da tarde, para se tornar apenas representante do PS Madeira, trabalhado e fazendo campanha eleitoral para este partido e para a sua causa, numa demagogia falaciosa e com o objectivo de enganar todos aqueles que votaram para que cumprisse todo o mandato à frente da Câmara Municipal do Funchal a tempo inteiro”.
E continua, dizendo que na opinião do MPT “se o Presidente Paulo Cafôfo eleito para um mandato de 4 anos (afirmou na altura que cumpria o mandato até ao fim), quer fazer apenas campanha eleitoral pelo PS Madeira, deve de imediato por o lugar à disposição, deixando de uma vez por todas de enganar a população”.
Por fim, aponta aos partidos que apoiam a Coligação Confiança, vencedora das últimas eleições autárquicas no Funchal. “O MPT-Madeira pergunta se os partidos que suportam esta coligação (aqui tem que se incluir o CDS-PP), se concordam com um Presidente a meio tempo que desempenha funções para lá do âmbito daquelas para as quais foi legitimado, enganando tudo e todos? Caso estejam de acordo, quer dizer então que fazem parte desta enorme farsa teatral, assumindo o logro e o engano como a sua verdadeira política de falsidade pela qual se tornaram verdadeiros experts”, conclui.»,
in Diário de Notícias Madeira, 18 Setembro 2018

O indivíduo mais homenageado pelo corrupto Estado Português, Cristiano Ronaldo, agora acusado de violação pela polícia dos Estados Unidos da América, noticia o prestigiado órgão de informação Alemão Der Spiegel


«Her Name Is Kathryn
The Woman Who Accuses Ronaldo of Rape»,
in Der Spiegel