08 fevereiro 2018

Paulo Cafôfo, o novo José Sócrates da Madeira: será que este hediondo criminoso vai finalmente ser responsabilizado por toda a imensa dor que tem causado a tantos inocentes?


Observador
4 de Janeiro de 2018

Presidente da Câmara do Funchal constituído arguido no caso da queda de árvore que vitimou 13 pessoas


O presidente da Câmara do Funchal foi constituído arguido no caso que envolve a queda de uma árvore, em agosto do ano passado. O incidente matou 13 pessoas e feriu 50.

O presidente da Câmara do Funchal, Paulo Cafôfo, a vereadora do Ambiente, Idalina Perestrelo, e o Chefe de Divisão de Jardins e Espaços Verdes Urbanos da Câmara Municipal do Funchal foram constituídos arguidos no caso da queda da árvore que vitimou 13 pessoas na Madeira, avança o jornal Expresso. O incidente que ocorreu no passado mês de agosto no Funchal feriu ainda 50 pessoas.

O presidente da Câmara do Funchal, Paulo Cafôfo, já confirmou que era arguido neste processo e garantiu que está de “consciência tranquila”.

“Nestas circunstâncias, comuns em processos desta natureza, colaborei sempre com a investigação, prestei todos os esclarecimentos e forneci ao processo todos os elementos para que se possa efetivamente apurar a eventual existência de responsabilidades”, refere o presidente da autarquia num comunicado citado pela Lusa.

Segundo a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL), o que está em causa é “a averiguação da omissão do cuidado exigível na conservação do espaço urbano e da árvore”.

A queda do carvalho, junto à igreja do Monte, no Funchal, aconteceu pouco depois das 12h00 do passado dia 15 de agosto, quando uma procissão se preparava para sair daquele local de culto. Entre as 13 vítimas mortais constam uma criança e estrangeiros, de nacionalidades húngara, alemã e francesa.

A árvore tombou na zona onde são vendidas velas, tendo provocado grande comoção nas centenas de pessoas que estariam no local à espera do início da procissão, que acabou por ser cancelada. Os bombeiros tiveram de cortar a árvore que caiu, um carvalho, para remover os corpos das vítimas mortais.

À data do incidente, a tragédia em causa foi descrita por algumas pessoas como sendo “previsível”. Exemplo disso é o relato que António Mendonça fez ao Funchal Notícias, garantindo que já alertava a Câmara do Funchal para esta situação há 14 anos e que só em 2017 tinha feito dois avisos. Segundo o Diário de Notícias da Madeira, o carvalho que matou 13 pessoas estava sinalizado desde 2014.

O arraial da Senhora do Monte — data em que ocorreu o incidente — é considerada a maior festa da ilha da Madeira, contando com a presença dos responsáveis pelas principais entidades regionais. O 15 de agosto assinala a Assunção de Maria um feriado religioso que é marcado pela realização de muitas romarias e procissões em todo o país.

in Observador, 4 de Janeiro de 2018

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